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PROTESTO: Manifestantes italianos põem fogo em anexo do ministério da Defesa

Manifestantes italianos põem fogo em anexo do ministério da DefesaA polícia reprimiu manifestantes violentos, alguns dos quais puseram fogo em um anexo do ministério da Defesa no centro de Roma, à margem da marcha dos "indignados", constataram jornalistas da AFP. Era possível ver chamas saindo do anexo do ministério da Defesa, e nos arredores do prédio permaneciam cerca de cem pessoas encapuzadas. Dezenas de milhares de pessoas seguiam protestando pacificamente contra a precariedade e o funcionamento das finanças, e gritavam aos vândalos: "Não à violência!".

Três pessoas ficaram feridas, indicou à AFP um porta-voz da prefeitura.

No início da marcha, algumas pessoas quebraram as vitrines dos bancos com placas de trânsito e depois fugiram. Vários veículos foram incendiados.

As forças de ordem reprimiram os manifestantes em frente à basílica de São João de Latrão com bombas de gás lacrimogêneo e canhões de água. Alguns dos manifestantes, encapuzados ou com panos no rosto, lançaram granadas de fumaça, coquetéis molotov e garrafas.

Os manifestantes pacíficos abandonaram a região, transformada em um campo de batalha.

As três principais confederações sindicais e os sindicatos de estudantes se uniram a este protesto, inspirado pelos "indignados" de Wall Street e da Espanha.

"Apenas uma solução, a Revolução", "Não somos bens nas mãos dos banqueiros" eram frases que podiam ser lidas nos cartazes dos manifestantes. Um grupo levava um caixão com o nome do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi.

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