A Codacons, entidade que reúne as associações italianas de proteção ao consumidor, propôs a transformação do navio Costa Concordia em um museu do meio ambiente, ao invés de levá-lo para o desmanche no Porto de Gênova, como está previsto.
Segundo o presidente da instituição, Carlo Rienzi, pelas dimensões da embarcação e por aquilo que representa, ela poderia hospedar um projeto do tipo e tornar-se um símbolo da preservação ambiental no país, criando postos de trabalho e proporcionando uma economia significativa para a Costa Crociere, que está bancando a operação para remover o Concordia.
"O navio não deve ser desmantelado, mas sim submetido a uma restauração e transformado em um museu flutuante. Seria um museu nacional para atrair milhares de visitantes, reabilitando a imagem do Concordia, que teria uma função de caráter social e cultural", explicou Rienzi.
Se quiser realmente que sua proposta emplaque, a Codacons terá que correr contra o tempo, já que a embarcação deve começar a ser rebocada para o Porto de Gênova no próximo dia 21 de julho.